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ATIVIDADE PARA ENTREGAR
VALOR: 5,0
QUESTÕES LIVRO PÁGINAS: 39,40,41,43,44,45 (ORGANIZANDO)
EM DUPLAS
SÓ RESPOSTAS
quarta-feira, 23 de abril de 2014
TRABALHO 1 - HISTÓRIA- 3o. ANO
VALOR: 2,O PONTOS
LEIA O TEXTO "A CRISE DE 29" , RESPONDA ÀS QUESTÕES E ENTREGUE À PROFESSORA NO DIA 05/05/2014
1)DESCREVA O "AMERICAN OF LIFE".
2) O "GRANDE BOOM" ERA ARTIFICIAL E APARENTE. DESCREVA OS FATORES QUE CAUSARAM QUE LEVARAM A CRISE DE 29.
3) O QUE FOI A "QUINTA-FEIRA NEGRA"?
4) COMENTE COMO FICOU A SITUAÇÃO DOS AMERICANOS APÓS A QUEBRA DA BOLSA DE VALORES.
5) COM A A CRISE NOS EUA, O QUE HOUVE COM AS BOLSAS DE VALORES DE OUTROS PAISES? EXPLIQUE.
6) O QUE FOI O "NEW DEAL"? EM QUE CONSISTIA ESSE PLANO?
7) COMO A SEGUNDA GUERRA AJUDOU OS EUA A SUPERAR A CRISE ECONÔMICA?
8) QUE PRESIDENTE AMERICANO IMPLANTOU O NEW DEAL?
VALOR: 2,O PONTOS
LEIA O TEXTO "A CRISE DE 29" , RESPONDA ÀS QUESTÕES E ENTREGUE À PROFESSORA NO DIA 05/05/2014
1)DESCREVA O "AMERICAN OF LIFE".
2) O "GRANDE BOOM" ERA ARTIFICIAL E APARENTE. DESCREVA OS FATORES QUE CAUSARAM QUE LEVARAM A CRISE DE 29.
3) O QUE FOI A "QUINTA-FEIRA NEGRA"?
4) COMENTE COMO FICOU A SITUAÇÃO DOS AMERICANOS APÓS A QUEBRA DA BOLSA DE VALORES.
5) COM A A CRISE NOS EUA, O QUE HOUVE COM AS BOLSAS DE VALORES DE OUTROS PAISES? EXPLIQUE.
6) O QUE FOI O "NEW DEAL"? EM QUE CONSISTIA ESSE PLANO?
7) COMO A SEGUNDA GUERRA AJUDOU OS EUA A SUPERAR A CRISE ECONÔMICA?
8) QUE PRESIDENTE AMERICANO IMPLANTOU O NEW DEAL?
ATIVIDADE DO DIA 22/04/2014
Questões para serem respondidas:
1) O que levou os EUA a se tornar uma grande potência no pós-guerra?
2) Explique o termo "American way of life".
3) O que aconteceu com a superprodução dos EUA?
4) A Europa se reorganizou e passou a produzir para o mercado interno. O que houve com a superprodução americana?
5) Quais as consequências do Crash da Bolsa de Valores?
6) fale sobre os efeitos no Brasil da crise de 1929.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Segunda guerra mundial
Introdução: As causas da Segunda Guerra Mundial
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e
que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites. | |
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:
- O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
- O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.
Final e Consequências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
Bomba Atômica explode na cidade japonesa de Hiroshima
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Você sabia?
- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.
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O homem pré-histórico
O homem pré-histórico
Com origem no Continente Africano, no período entre 4,2 e 1 milhão de anos atrás, consideram-se 9 espécies repartidas por 3 gêneros: Australopithecus, Paranthropus e Kenyanthropus, todos com hábitos de vida, assim como o seu aspecto que pouco diferiam ainda dos chimpanzés.
Entre cerca de 2,5 e 1,6 milhões de anos atrás situam-se as duas primeiras espécies atribuídas ao gênero Homo: Homo habilis e Homo rudolfensis, ambos tinham dentadura mais delicada e face mais plana do que os Australopitecos; são os inventores da primeira técnica de talhar a pedra...
A sua filiação no gênero Homo é contestada, negando-lhes assim o estatuto de primeiros homens... Entretanto, coabitando com eles, a partir de há cerca de 1,9 milhões de anos, assinala-se a presença do Homo ergaster e Homo erectus, ainda na África Oriental. E quanto a estes parece haver consenso, trata-se de verdadeiros homens! Com uma silhueta erecta, são tão semelhantes que, por vezes, são agrupados na mesma espécie Homo erectus.
O erectus e o ergaster são os primeiros a dominar o fogo, adquirem uma bipedia semelhante à nossa libertando-se da vida exclusivamente arborícola, aprendem a produzir instrumentos de pedra (bifaces) com os quais podem mais facilmente esquartejar a caça e constróem as primeiras habitações resistentes ao frio e à intempérie.
Mas a grande estreia destes homens primitivos consiste no fato de que foram os primeiros a deixar a Mãe África! Através do Oriente Médio, instalam-se na Europa e na Ásia sem deixar de habitar o continente de origem. Em vários locais destes três continentes têm sido encontrados restos fósseis destes hominídeos como é o caso dos inicialmente designados por Pithecanthropus erectus eSinanthropus pekinensis, mas hoje agrupados na espécie Homo erectus.
Terá sido a partir dos descendentes dos erectus e dos ergaster que, entre há 200 e 150 mil anos atrás, teria se desenvolvido a nossa espécie, o Homo sapiens, o qual se caracteriza por um esqueleto mais leve, um tamanho médio de 1,70 metros, queixo proeminente e crânio redondo. As arcadas supraciliares proeminentes foram desaparecendo ao longo do processo evolutivo, enquanto a face e os dentes foram diminuindo de tamanho.
Mas a origem geográfica dos sapiens e a forma como substituiram os seus antepassados não estão ainda esclarecidas...
Estas mesmas dúvidas estendem-se a uma forma particular, designada por Homem de Neandertal, que terá vivido entre há 150 e 34 mil anos atrás. Assim, enquanto há quem o considere uma espécie diferente, o Homo neanderthalensis, outros, atendendo às diferenças mínimas relativamente a nós, atribuem-lhe o estatuto de subespécie, Homo sapiens neanderthalensis, sendo a nossaHomo sapiens sapiens.
Uma das formas mais antigas do sapiens moderno, registadas na Europa, é o Homem de Cro-Magnon, assim chamado devido à primeira descoberta desses fósseis se ter verificado naquela localidade francesa, em 1868.
Entre cerca de 2,5 e 1,6 milhões de anos atrás situam-se as duas primeiras espécies atribuídas ao gênero Homo: Homo habilis e Homo rudolfensis, ambos tinham dentadura mais delicada e face mais plana do que os Australopitecos; são os inventores da primeira técnica de talhar a pedra...
A sua filiação no gênero Homo é contestada, negando-lhes assim o estatuto de primeiros homens... Entretanto, coabitando com eles, a partir de há cerca de 1,9 milhões de anos, assinala-se a presença do Homo ergaster e Homo erectus, ainda na África Oriental. E quanto a estes parece haver consenso, trata-se de verdadeiros homens! Com uma silhueta erecta, são tão semelhantes que, por vezes, são agrupados na mesma espécie Homo erectus.
O erectus e o ergaster são os primeiros a dominar o fogo, adquirem uma bipedia semelhante à nossa libertando-se da vida exclusivamente arborícola, aprendem a produzir instrumentos de pedra (bifaces) com os quais podem mais facilmente esquartejar a caça e constróem as primeiras habitações resistentes ao frio e à intempérie.
Mas a grande estreia destes homens primitivos consiste no fato de que foram os primeiros a deixar a Mãe África! Através do Oriente Médio, instalam-se na Europa e na Ásia sem deixar de habitar o continente de origem. Em vários locais destes três continentes têm sido encontrados restos fósseis destes hominídeos como é o caso dos inicialmente designados por Pithecanthropus erectus eSinanthropus pekinensis, mas hoje agrupados na espécie Homo erectus.
Terá sido a partir dos descendentes dos erectus e dos ergaster que, entre há 200 e 150 mil anos atrás, teria se desenvolvido a nossa espécie, o Homo sapiens, o qual se caracteriza por um esqueleto mais leve, um tamanho médio de 1,70 metros, queixo proeminente e crânio redondo. As arcadas supraciliares proeminentes foram desaparecendo ao longo do processo evolutivo, enquanto a face e os dentes foram diminuindo de tamanho.
Mas a origem geográfica dos sapiens e a forma como substituiram os seus antepassados não estão ainda esclarecidas...
Estas mesmas dúvidas estendem-se a uma forma particular, designada por Homem de Neandertal, que terá vivido entre há 150 e 34 mil anos atrás. Assim, enquanto há quem o considere uma espécie diferente, o Homo neanderthalensis, outros, atendendo às diferenças mínimas relativamente a nós, atribuem-lhe o estatuto de subespécie, Homo sapiens neanderthalensis, sendo a nossaHomo sapiens sapiens.
Uma das formas mais antigas do sapiens moderno, registadas na Europa, é o Homem de Cro-Magnon, assim chamado devido à primeira descoberta desses fósseis se ter verificado naquela localidade francesa, em 1868.
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Atividade 3º ano: Texto sobre a crise de 29
A Crise de 1929
O que foi, causas da crise de 29, a quebra da Bolsa de Valores de Nova York,
Grande Depressão, a crise no Brasil, O New Deal, fim da crise
O que foi, causas da crise de 29, a quebra da Bolsa de Valores de Nova York,
Grande Depressão, a crise no Brasil, O New Deal, fim da crise
Após a primeira guerra mundial (1918),
os EUA eram o país mais rico do
planeta. Além das fábricas de automóveis, os EUA também eram os maiores
produtores de aço, comida enlatada, máquinas, petróleo, carvão....
Nos 10
anos seguintes, a economia norte-americana continuava crescendo causando
euforia entre os empresários. Foi nessa época que surgiu a famosa expressão “American
Way
of Life” (Modo de Vida Americano). O mundo invejava o estilo de vida dos
americanos. A década de 20 ficou conhecida como os “Loucos Anos 20”. O consumo
aumentou, a indústria criava, a todo instante, bens de consumo, clubes e boates
viviam cheios e o cinema tornou-se uma grande diversão. Os anos 20 foram
realmente uma grande festa! Nessa época, as ações estavam valorizadas por causa
da euforia econômica. Esse crescimento econômico (também conhecido como o “Grande
Boom”) era artificial e aparente, portanto logo se desfez. De 1920 até
1929, os americanos iludidos com essa prosperidade aparente, compraram várias
ações em diversas empresas, até que no dia 24 de outubro de 1929, começou a
pior crise econômica da história do capitalismo. Vários
fatores causaram essa crise:
- Superprodução
agrícola: formou-se um excedente de produção agrícola nos EUA,
principalmente de trigo, que não encontrava comprador, interna ou externamente.
- Diminuição
do consumo: a indústria americana cresceu muito; porém, o poder aquisitivo
da população não acompanhava esse crescimento. Aumentava o número de indústrias
e diminuía o de compradores. Em pouco tempo, várias delas faliram.
- Livre
Mercado: cada empresário fazia o que queria e ninguém se metia.
- Quebra
da Bolsa de
Nova York: de 1920 a 1929, os americanos compraram ações de diversas
empresas. De repente o valor das ações começaram a cair. Os investidores
quiseram vender as ações, mas ninguém queria comprar. Esse quadro desastroso
culminou na famosa “Quinta-Feira Negra” (24/10/1929 - dia que a Bolsa sofreu a
maior baixa da história).
Se o
valor das ações de uma empresa está desabando, o empresário tem medo de
investir capital nessa empresa. Se ele investe menos, produzirá menos; se
produz menos, então, não há motivo para tantos empregados, o que levará o
empresário a demitir o pessoal. Muitos empresários não sobreviveram à crise e
foram à falência, assim como vários bancos que emprestaram dinheiro
não
receberam de volta o empréstimo e faliram também. A quebra da bolsa trouxe
medo, desemprego e falência. Milionários descobriram, de uma hora para outra,
que não tinham mais nada e por causa disso alguns se suicidaram. O número de
mendigos aumentou. A quebra da bolsa afetou o mundo inteiro, pois a economia
norte-americana era a alavanca do capitalismo mundial. Para termos uma ideia,
logo após a quebra da bolsa de Nova York, as bolsas de Londres, Berlin e Tóquio
também quebraram. A crise fez com que os EUA importassem menos de outros
países, como consequência os outros países que exportavam para os EUA, agora
estavam com as mercadorias encalhadas e, automaticamente, entravam na crise. Em
1930, a crise se agravou. Em 1933, Roosevelt foi eleito presidente dos EUA e
elaborou um plano chamado New Deal. O Estado passou a vigiar o
mercado, disciplinando os empresários, corrigindo os investimentos arriscados e
fiscalizando as especulações nas bolsas de valores. Outra medida foi a criação
de um programa de obras públicas. O governo americano criou empresas estatais e
construiu estradas, praças, canais de irrigação, escolas, aeroportos, portos e
habitações populares. Com isso, as fábricas voltaram a produzir e vender suas
mercadorias. O desemprego também diminuiu. Além disso, o New Deal criou leis
sociais que protegiam os trabalhadores e os desempregados. Para acabar com a
superprodução, o governo aplicava medidas radicais que não foram aceitas por
muitas pessoas: comprava e queimava estoques de cereais, ou então, pagava aos
agricultores para que não produzissem. O New Deal alcançou bons resultados para
a economia norte-americana. Essa terrível crise que atravessou a década ficou
conhecida como Grande Depressão. Os efeitos econômicos da depressão
de 30 só foram superados com o início da Segunda
Guerra Mundial, quando o Estado tomou conta de fato sobre a economia
ajudando a ampliar as exportações. A guerra foi então, uma saída natural para a
crise do sistema capitalista. Na década de 30, ocorreu a chamada “Política de
Agressão (dos regimes totalitários – Alemanha, Itália e Japão) e Apaziguamento
das Democracias Liberais (Inglaterra e França)”. A política de agressão
culminou em 1939 quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia dando por iniciada
a Segunda Grande Guerra.
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